quinta-feira, 30 de abril de 2009

À volta das 1001 Utilidades

Artigo Publicidade
Segmento: 'Sacadas' Publicitárias II
Publicado pela Revista Ranking Social - Jaboticabal SP
Edição: Novembro / 2008

Quem não se lembra dos incríveis comercias da Bombril? Um cenário simples, com fundo preto, a marca vermelha e branca da Bombril e um garoto propaganda?
Mais, não é qualquer garoto propaganda e sim Carlos Moreno, conhecido como o “Garoto Bombril”, onde há 26 anos esta à frente de uma das marcas mais reconhecidas no mercado.
Em 1978 a Bombril já possuía um extenso histórico no mercado brasileiro. No mesmo ano, foi inaugurada uma nova fase na comunicação da Bombril e um marco na publicidade Brasileira, pois Francesc Petit e Washington Olivetto, então na DPZ, introduziram uma figura nova, moderna que representasse as mudanças comportamentais da época. Foi então que Carlos Moreno passou no teste para garoto propaganda. Logo após sua primeira aparição, o publico se identificou e consagrou, aquele que seria um simples personagem para anunciar um produto, tornando-se o porta voz da empresa junto ao publico.
Não demorou muito para aparecer os resultados deste marco publicitário. Em 1994 a campanha da Bombril, já estava reconhecida no mundo todo, e entrou para o Guinness Book (livro dos recordes), como a série de propaganda mais longa do mundo.
A marca virou sinônimo da empresa.

Mas então, um “fantasma” chamado Assolan entrou na briga pelo mercado, deixando a Bombril um pouco assustada. Depois de muitos problemas internos e alguns anos sem aparecer na mídia, a Bombril perdeu seu espaço no mercado para a então concorrente “Fenômeno Assolan”.
A Bombril foi ganhando novamente seu espaço por uma feliz idéia da Agência W/BRASIL, em pegar o gancho da campanha do concorrente e dar “respostas” a isso. Exemplos concretos disso são as campanhas comerciais com o Pelé, referindo-se “... Que Pelé é só Pelé e que Bombril é só Bombril...” enfatizando a palavra “Fenômeno” tão usada pela concorrente. E a campanha com o Nelson Ned “... Tudo passa, Tudo passará...” referindo-se que as imitações passam, só a Bombril fica.

A marca Bombril é um exemplo de campanhas de oportunidade, e de boas idéias publicitárias.

Assista aos vídeos:

Pele é 10 !


Tudo passa, só Bombril fica !



Branding - Nova Denominação de Marca

Artigo Publicidade
Segmento: Curiosidades
Publicado pela Revista Ranking Social - Jaboticabal SP
Edição: Maio / 2008

Branding é a construção da marca junto ao mercado. São ações de posicionamento da marca que a divulgam no mercado. Essa “nova denominação” se mostra como um conjunto de recursos inerentes á marca, agregando valores e proporcionando share por um produto e ou serviço.
Sua execução não é tomada apenas por ações que posicionam a marca e divulgam a marca no mercado, mas também por ações internas na empresa, transmitindo para todos os colaboradores e stakeholders a imagem pretendida.
A marca de um produto e/ou empresa é a união de atributos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada e que criam influência e geram valor.
Um ótimo exemplo do uso do Branding é a empresa de bebidas alcoólicas Johnnie Walker. Por se tratar de uma empresa que produz e distribui bebidas alcoólicas, esse setor vive uma concorrência acirrada, com inúmeras marcas globais e novos padrões de bebidas, o que amplia a oferta de riscos e oportunidades de transformação. Para diblar a concorrência, a empresa juntou-se com a agência BBH de Londres, e centrou sua mensagem de superação, vinculando emocionalmente a personalidade central, criando uma forte e imediata associação entre o consumidor e o logotipo. Por um lado uma idéia simples, que associa o logotipo à campanha, por outro é da rara viabilidade conseguir capturar os significados da marca e fixá-lo no inconsciente dos consumidores.

O slogan “Keep Walking” fechava todas as peças, em geral sobre fundo negro, o que ampliava ainda mais a relação sensorial entre as pessoas. O produto mais caro da marca (Black label) e a mensagem, interpretada: “Vá em frente! Não se deixe abater pelos problemas e dificuldades. Se persistir, você pode fazer muito melhor”.
Como os méritos do Branding não estão restritos a plasticidade e inteligência dos roteiros dos comerciais, cabe notarmos que a marca esta associada a um alto teor de branding em todas as peças de identidade gráfica do projeto.
Por curiosidade, um Relatório anual disponível através do site do gerente da Johnnie Walker, Diageo (http://www.diageo.com/) a empresa registrou que a marca aumentou suas vendas em todos os paises nos quais opera.

Branding é uma questão muito mais complexa que os aspectos plásticos, já que requer uma lógica particular a cada marca, em todos os sentidos da administração de negocio.

Ser o primeiro na mente do consumidor é um diferencial de grande relevância no mercado atual.
Fontes: Portal do Marketing
ABP - Associação Brasileira de Propaganda

Marketing e as Cores

Artigo Publicidade
Segmento: Curiosidades
Publicado pela Revista Mega Style - Taquaritinga SP
Edição: Novembro / 2007

Um fato consumado, é que as cores têm uma enorme influência psicológica sobre o ser humano. Existem cores que podem ser estimulantes, alegres, exóticas, serenas e até tranqüilizantes.
Quando o ser humano tomou consciência desse “poder” sobre as cores, aprendeu a usá-las como estímulos para encontrar respostas. A cor que durante muito tempo só era usada para finalidades estéticas, passou a ter finalidades funcionais práticas.
O olho humano não tem uma ação simples, como a máquina fotográfica porque este é ajustado à intensidade da luz, contudo a imagem que o olho recebe é formada na retina através de impulsos nervosos que se estendem para o cérebro onde a visão se concretiza.
Sabemos que as cores possuem tipos que são elas denominadas:

- Primárias (Amarelos primários, Azuis ciano e o vermelho magenta);
- Secundárias (Verde, Laranja e o Violeta);
- Terciárias (Mistura das cores Primárias + Secundárias);
- Neutras (Cores que derivam do Branco, preto e o cinzento);
- Frias (todas as cores que derivam do Violeta, Azul e Verde);
- Quentes (Amarelo, Laranja e Vermelho).

Cada cor, cada pigmento tem seu significado, uma simbologia.
Cores quentes, geralmente são usadas em restaurantes, lanchonetes e tudo derivado a alimentação, pois acelera a produção de suco gástrico dando uma sensação de fome.
Cores frias têm o significado de bem-estar, tranqüilidade. Geralmente usados em produtos e comidas light, diet, macrobióticas e outras.
E por fim as cores neutras, o branco, por exemplo, tem significado apenas psicológica a calma, paz, tranqüilidade, muitas vezes irrita o sistema nervoso, pois o branco é a soma de todas as cores possuindo vários efeitos em um só. É muito usado em hospitais o que não é recomendado, pois como dito anteriormente, irrita o sistema nervoso. Pode-se combinar o branco com cores frias para “quebrar” seu efeito irritante.

É possível compreender a simbologia das cores, basta entendê-las e através delas dar e receber informações. Coloque cor na sua vida. Seja nos móveis de sua casa, ou ate mesmo nas roupas e acessórios do dia a dia. Busque a cor mais adequada a você, que transmita a sensação ou estado de espírito que você se encontra e use e abuse dessa “magia”.


Inovações Criativas

Artigo Publicidade

Segmento: 'Sacadas' Publicitárias
Publicado pela Revista Mega - Taquaritinga SP
Edição: Agosto / 2007

Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo "New Look", de Christian Dior, em 1947. Metros e metros de tecido eram gasto para confeccionar um vestido bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período. Essa moda seguia o caminho da simplicidade e praticidade, que foi rapidamente aceita pelas mulheres, o que indicava a volta da feminilidade, do luxo e da sofisticação.
Os dois grandes símbolos de beleza da década de 50 foram Marilyn Monroe e Brigitte Bardot, que eram uma mistura dos dois estilos, a devastadora combinação de ingenuidade e sensualidade. Grandes empresas, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder, gastavam muito em publicidade, era a explosão dos cosméticos. No detalhe, o anúncio da linha de cosméticos de Helena Rubinstein publicado pela revista “O Cruzeiro”. Além dos cosméticos, os penteados ganhavam espaço naquela época, podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina.

Fazia-se boa propaganda muito profissional e divertida e a grande diferença em relação à segunda fase foi que não havia TV. Os grandes anúncios eram spots ou jingles e as grandes campanhas eram imprensas e a rádio e, em mídia, ficava na frente quem conseguia espaços no horário nobre da Rádio Nacional e quem comprasse o maior número de quartas capas de “O Cruzeiro”. Melhores condições de habitação, desenvolvimento das comunicações, a busca pelo novo, pelo conforto e consumo são algumas das características dessa época.
A televisão se popularizou logo mais e permitia que as pessoas assistissem aos acontecimentos que cercavam os ricos e famosos que viviam de luxo, prazer e elegância, como o casamento da atriz Grace Kelly com o príncipe Rainier, de Mônaco. O cinema lançou a moda do garoto rebelde, simbolizada por James Dean, no filme "Juventude Transviada" (1955), que usava blusão de couro e jeans. Marlon Brando também sugeria um visual displicente no filme "Um Bonde Chamado Desejo" (1951), transformando a camiseta branca em um símbolo da juventude.
Já na Inglaterra, alguns londrinos voltaram a usar o estilo eduardiano, mas com um componente mais agressivo, com longos jaquetões de veludo, coloridos e vistosos, além de um topete enrolado. Eram os "teddy-boys".Ao final dos anos 50, a confecção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida cotidiana.
Nesse cenário, começava a ser formar um mercado com um grande potencial, o da moda jovem, que se tornaria o grande filão dos anos 60.



Fonte: Almanaque Uol