Posso até estar errada quanto aos meus questionamentos, ou melhor: Minhas opiniões! Mas vivo a toda hora em intenso conflito "pensamental" rsrs e a todo o momento me pego observando, refletindo.. e em algumas vezes, fazendo o maior debate sobre meus pensamentos e ideias!
Digo em relação a tudo!
E é nesses momentos “pensamentais", que elaboro os tais artigos!
Vamos a mais um momento "Pensal":
Ultimamente tudo, absolutamente T-U-D-O ao nosso redor é movido pelo dinheiro. (Obvio! Rs)
Não digo pelas coisas grandes... como faculdade, carro, casa... Mas pelas pequenas!
Quem é ligado em propagandas e principalmente em comercias, pôde reparar que ao longo dos dias um jornal de grande circulação
Creio eu que a primeira fase da campanha foi o marco certo, pois o filme continha imagens, uma trilha sonora perfeita e frases que englobava a informação, o conhecimento e o valor. Sem dizer uma palavra, mostra-nos com delicadeza as diferenças entre informação e conhecimento.
Até aí, tudo bem!
Achei a ideia certa, simples, comparativa, e o filme “matou” o concorrente!
Já a segunda fase da campanha, achei extremamente apelativa e, a meu ver, errou quanto a “dar” preço em algo que em minha opinião não tem valor!
Logo que vi o novo filme da campanha, questionei em voz alta para mim mesma: “Como assim, conhecimento tem valor?”.
Bom, vamos ver se você me entende:
Diferentemente do primeiro comercial, onde as frases sobre informação e conhecimento coincidiam com as imagens, e “casavam” perfeitamente com a trilha sonora onde você, espectador e cliente, pudesse parar e realmente pensar que informação é diferente de conhecimento, o segundo comercial fala de valor! Não no sentido de valorizarmos o conhecimento e sim o valor da assinatura.
Ora, se tudo é movido pelo dinheiro como é que você pode decidir quanto é que vale aprimorar seu conhecimento?! Tudo que fazemos, necessitamos e somos tem um preço! Porém um preço compatível ao nível do produto.
Imagine se você vai a uma cafeteira, pede um café, toma e no final você paga o valor que você acha que o cafezinho valeu. Em meio a uma crise mundial, essa cafeteira no caso, iria à falência.
Não porque o café não vale um preço alto... Mas nossas condições é que nos impede de pagarmos mais...
No caso do jornal, é assim! Claro que o jornal não vai à falência com isso, pois está bem claro que você decide o valor apenas no primeiro mês de assinatura.
É um tanto quanto polêmico, eu diria! Uns concordam, outros nem tanto!
Só queria entender: como é que é dar preço a algo impagável?
Porque em minha opinião, conhecimento não tem valor...
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Pra você, Conhecimento tem valor?